E-commerce e Social Media – O que mudou?

Quando buscamos por social media encontramos, obviamente em um site de social media, a definição:

“Trata-se da produção de conteúdos de forma descentralizada e sem o controle editorial de grandes grupos”.

É assim que é definida pela Wikipedia. Nota-se, portanto, que só pela fonte se trata mesmo de mídia em redes sociais, já que são informações fornecidas pelos próprios usuários, disponíveis e sem vínculos com a empresa ou site, de fornecer conteúdo onde outros poderão encontrar as mais variadas formas de definições e esclarecimentos.

Percebemos vários tons, de diferentes classes na rede, vindas de: consumidores, investidores, voluntários, empregados, fãs, críticos, competidores, assim como de qualquer pessoa com acesso à internet que queira compartilhar uma opinião, o que demonstra a socialização da informação; portanto resta às empresas administrarem o que é falado delas, de forma planejada e organizada, uma vez que não há controle do que é falado, nem tampouco uma censura com relação à forma.

Podemos fatiar os diversos graus e níveis de colaboração em vários segmentos, mas notamos que todos são de alguma forma colaborativos e me perdoem se me esquecer de algum, mas conforme escrevo já devem ter mais alguns surgindo na rede.

São eles:

  • Comunicação por meio de Blogs (Blogger e WordPress);
  • Microblogs (Twitter e Pownce);
  • Redes Sociais (Orkut, Facebook, LinkedIn e MySpace);
  • Eventos (Upcoming);
  • Colaboração por wikis (Wikipedia);
  • Agregadores de sites (StumbleUpon);
  • Notícias (Digg, Reddit, EuCurti e Rec6);
  • Opiniões (Epinions);
  • Multimídia (Flickr, Zooomr, YouTube e Vimeo);
  • Transmissões ao vivo (Justin.tv);
  • Músicas/áudios (imeem, Last.fm e Jamendo);
  • Entretenimento (Second Life, Habbo, Miniclip.com e MMO- Massively Multiplayer Online Game – World of Warcraft).

Com essa vasta possibilidade de sites de mídia social entendemos o que atrai dois terços de toda a população global, que está online e que totalizam 1.5 bilhão de pessoas. Na América Latina são 160 milhões de usuários, segundo dados do Target Group Index América Latina.

A mídia social já é a quarta categoria online mais popular do mundo, de acordo com dados da Nielsen Online Study mar/09.

O crescimento das redes sociais ultrapassa o dos sites busca e portais e o primeiro em envolvimento, já que a média de navegação por pessoa ultrapassa atividades como sites de busca, o que torna a rede social no Brasil é o 1 º em média de tempo de navegação por pessoa, nos locais de trabalho e casa – NetView Nov/09 – é de 04:12:48 em redes sociais contra 01:09:04 por sites de busca, sendo que dentro deste tempo 71% leem blogs!

Quando pensamos em métricas e ferramentas que nos possibilitam rastrear e entender as comunidades percebemos como é de fundamental o monitoramento na rede, o que torna uma estratégia essencial para poder responder às comunidades, seja de forma clara e objetiva, como uma ação de call center, como se utilizam diversas empresas brasileiras e americanas, assim como de uma forma subjetiva ou de viralização, como também são encontramos muitos clientes agindo de forma viral e contratando agências e empresas especializadas para fomentar este tipo de ação.

É bom notar que estas métricas são diferentes de outras utilizadas na mídia online, apesar de haver certa familiaridade entre elas. Começando, temos a Audiência (visitantes, pageviews, volume de reviews e comentários, número de indivíduos comentando e dispersão – links relacionados), o Engajamento (sentimento de reviews e comentários, afinidade com a marca, influência do comentarista, tempo online, favoritos, amigos e fãs, conteúdo viral distribuído e número de downloads/instalações) e há também os Insights (pedidos de compra, novos negócios, satisfação do consumidor/lealdade e eficiência de marketing).

Por exemplo, uma marca tem uma fanpage no Facebook, onde ela convida seus fãs para a pré-venda de um lançamento e conta também para os seguidores no Twitter. Isso faz os consumidores comprarem e contem para a sua rede de contatos sobre a experiência; pois o oposto também pode acontecer, de forma espontânea, mas pouco publicitária, onde uma loja faz uma promoção, eu compro e tenho uma boa experiência. Publico em minha conta no Facebook conectada à minha conta no Twitter e toda nossa rede de contatos fica sabendo da promoção, que já passou.

Ou seja: podemos ser pró-ativos e nos beneficiarmos disso ou sermos reativos e torcermos para que esta seja uma boa experiência e reflita positivamente em nossa rede de contatos. Fica aí a dica!

Mais Informações

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Fonte: Jornal Propaganda & Marketing

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